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Para sempre Mamie Bella...

por Mamie Bella às 15:13 em 22/12/2011

Chegamos ao fim, mamies.

Fica registrado aqui o nosso desejo de que a vida de vocês seja sempre repleta de amor e muita felicidade! :)

E não se esqueçam: nosso blog está se encerrando, mas os produtos da linha Mamie Bella ainda estarão nas lojas para continuar deixando vocês ainda mais Bellas.

Quando sentirem saudade, é só voltar aqui para reler nossos posts e também rever os melhores momentos apertando o play e curtindo esse vídeo emocionante.

Bye bye

por Rafaella Figueiredo às 14:03 em 20/12/2011

Olá meninas do Mamie Bella,

Hoje venho dar bye bye à vocês, com o post de encerramento da minha participação aqui no Mamie Bella. Não foram os 9 meses completos, mas compartilhei fotos com vcs desde o comecinho da minha gravidez, até a chegada do Kauan, que foi dia 26 de novembro agora.

Foi muito divertido e prazeroso dividir aqui essa experiência, através de fotos e vídeos. Como contei pra vcs no post passado, meu príncipe chegou de forma normal, o parto foi tranquilo e eu estou radiante de felicidade com meu bebezinho aqui no colo! <3 Ele é muito tranquilo e querido! Estou vivendo o melhor momento de minha vida!!!

Nesse post, deixo um pouquinho da trajetória do Kauan aqui no Mamie Bella e o meu agradecimento pelo carinho de vocês! Essa é realmente a melhor fase da vida de uma mulher e eu não tenho palavras para descrever a felicidade que estou sentindo em ser mãe! :)

Um beijo especial em cada uma de vcs!!!


kauann


Fafella

 

A primeira mamie bella

por Lyanne Rehder às 15:17 em 19/12/2011

 

Durante toda gestação, fui dividindo com as leitoras todas as minhas emoções, dúvidas, medos e descobertas de uma mãe de primeira viagem.
Quando me despedi das postagens, relembrei algumas transformações que vivi e disse que se tivesse que me apresentar novamente, diria apenas: agora sou mãe.
Hoje, com 41 anos de idade e mãe há dois, posso dizer que ainda adoro borboletas, andar descalça na areia, ver as cores do céu durante o pôr do sol... só que agora, pra fazer isso eu sempre digo: "Vem ver filhinho!! Olha que cores lindas tem essa borboleta!" - "Tá sentindo esse cheirinho no ar? É da terra que ficou molhada por causa da chuva!"...
Quando olho pra ele, brincando no jardim, reconheço parte de mim, parte do amor da minha vida e uma parte que está se formando que é "ele". E é emocionante ver isso acontecer, dia a dia, a cada pequena conquista, a cada nova habilidade, a cada descoberta que vai formando uma pessoinha chamada Gael.
E quando a gente se dá conta que somos os responsáveis pela base dessa formação, dá um frio na barriga, uma insegurança de "será que tô fazendo a coisa certa?"
Mas como diz a vovó, que está nessa profissão de mãe faz mais de 50 anos; "Mãe sempre acerta. Até quando erra, é tentando fazer o certo."
E é isso mesmo. A gente segue os tais instintos que, cá pra nós, são infalíveis. Mas quando os instintos não nos dizem o que fazer e temos que tomar uma decisão; a pesquisa, a busca por experiências de outras mães e as dicas virtuais ou pessoais formam a nossa base para tomarmos a melhor decisão para aquele momento.
Foi assim que superamos a fase em que o Gael teve dificuldades em aprender a mamar e Marcelo e eu, fizemos uma verdadeira operação de guerra pra ajudar nosso pequeno nessa tarefinha, foi assim quando ficamos no dilema em dar ou não a chupeta, em colocar ou não no andador e em uma série de decisões que temos que tomar pra ajudar durante o desenvolvimento do nosso pequeno.
Ah, e quer lembrar dos meus posts? Aqui você pode ler todos! /hot_sites/blogmamiebella/blog.aspx?blogueira=Lyanne%20Rehder
Por isso tenho muito a agradecer ao O Boticário pelo lindo projeto que foi o Mamie Bella, que abriu um canal de comunicação entre nós todas para que pudéssemos aprender umas com as outras as lições mais importantes das nossas vidas: sermos  Mamies e muito Bellas ;)
No mais, "agradecemos a sua audiência e sua paciência" e continuamos a seguir a nossa Vida de Viajante e descobrindo novos horizontes e procurando ensinar ao nosso pequeno viajante, a cada novo destino, valores e experiências que vão ficar para a vida toda.

"Eu sou Lyanne, uma taurina de 39 anos, que adora borboletas, adora andar descalça na areia, ver as cores do céu durante o pôr do sol, sentir os perfumes que os ventos trazem, observar os detalhes das coisas, das pessoas, sentir o cheiro de terra molhada, tomar água de côco e comer chocolate." Com esse parágrafo eu iniciava minha apresentação quando o projeto Mamie Bella começou, em 2009.

Durante toda gestação, fui dividindo com as leitoras todas as minhas emoções, dúvidas, medos e descobertas de uma mãe de primeira viagem.

Quando me despedi das postagens, relembrei algumas transformações que vivi e disse que se tivesse que me apresentar novamente, diria apenas: agora sou mãe.

Hoje, com 41 anos de idade e mãe há dois, posso dizer que ainda adoro borboletas, andar descalça na areia, ver as cores do céu durante o pôr do sol... só que agora, pra fazer isso eu sempre digo: "Vem ver filhinho!! Olha que cores lindas tem essa borboleta!" - "Tá sentindo esse cheirinho no ar? É da terra que ficou molhada por causa da chuva!"...

Quando olho pra ele, brincando no jardim, reconheço parte de mim, parte do amor da minha vida e uma parte que está se formando que é "ele". E é emocionante ver isso acontecer, dia a dia, a cada pequena conquista, a cada nova habilidade, a cada descoberta que vai formando uma pessoinha chamada Gael.

E quando a gente se dá conta que somos os responsáveis pela base dessa formação, dá um frio na barriga, uma insegurança de "será que tô fazendo a coisa certa?"

Mas como diz a vovó, que está nessa profissão de mãe faz mais de 50 anos; "Mãe sempre acerta. Até quando erra, é tentando fazer o certo."

E é isso mesmo. A gente segue os tais instintos que, cá pra nós, são infalíveis. Mas quando os instintos não nos dizem o que fazer e temos que tomar uma decisão; a pesquisa, a busca por experiências de outras mães e as dicas virtuais ou pessoais formam a nossa base para tomarmos a melhor decisão para aquele momento.

Foi assim que superamos a fase em que o Gael teve dificuldades em aprender a mamar e Marcelo e eu, fizemos uma verdadeira operação de guerra pra ajudar nosso pequeno nessa tarefinha, foi assim quando ficamos no dilema em dar ou não a chupeta, em colocar ou não no andador e em uma série de decisões que temos que tomar pra ajudar durante o desenvolvimento do nosso pequeno.

Ah, e quer lembrar dos meus posts? Aqui você pode ler todos! http://bit.ly/vV9gPM

Por isso tenho muito a agradecer ao O Boticário pelo lindo projeto que foi o Mamie Bella, que abriu um canal de comunicação entre nós todas para que pudéssemos aprender umas com as outras as lições mais importantes das nossas vidas: sermos  Mamies e muito Bellas ;)

No mais, "agradecemos a sua audiência e sua paciência" e continuamos a seguir a nossa Vida de Viajante e descobrindo novos horizontes e procurando ensinar ao nosso pequeno viajante, a cada novo destino, valores e experiências que vão ficar para a vida toda.

192-Lyanne-fim projeto

Cachoeira das bromélias em Socorro/SP

Meu menino.

por Dani Passos às 12:42 em 19/12/2011

Ah, vocês já sabem da minha história. Para quem não me conhece eu sou a Dani Passos e fui mamie em 2010.

montagem dani

O João foi um sonho planejado, esperado, muito bem feito. Não digo calculado, porque pra calcular você tem que prever o resultado, e meu pequeno produtinho veio muito melhor do que qualquer encomenda. A gravidez foi perfeita, sem contratempos ou estresse de qualquer tipo. Engordei bastante (mais do que meu médico queria), fiz enxoval, chupei laranja até a tampa e curti muito. Aí, na manhã do dia 24 de agosto do ano passado acordei e senti algo estranho: a bolsa havia estourado! Acordei o Marido, liguei para o médico, tomei um banho caprichado. Um pouquinho antes de sair, as dores começaram e lá fomos nós para o hospital.
Às 14h44 nascia meu João, de parto normal. Sua primeira atividade foi sentir o cheirinho do peito da mamãe (o papai estava junto, acompanhou tudo), e como eu esperava, já sentia o amor maior do mundo. Amor de mãe, amor que dói de tão intenso.
Fomos pra casa juntos dois dias depois e o tempo foi passando. Ele mamou, sorriu pela primeira vez, mandou um jato de cocô na parede, mamou, descobriu a chata da cólica diária de 40 minutos, adorou os banhos de balde, mamou, foi pra escolinha, fez sucesso, mamou, ficou dodói e sarou algumas vezes e mamou de novo. Aí ele sentou e passou a ver o mundo a partir de ouuuutra perspectiva, muito mais interessante. Aí ele descobriu (sozinho, ninguém contou) como se arrastar. Parecia um soldadinho na trincheira e nosso apartamento ficou pequeno demais pra tanta curiosidade.
Quando ele tinha dez meses saiu da escolinha, mudamos de apartamento e ele ganhou uma babá querida e um quartão só pra ele. Sua primeira palavra com sentido mesmo foi 'bola'. Falou papai, ainda não disse mamãe. Aí foi ficando cada vez maior, mais esperto, ainda mais bonito. Arrancou uma torneira no muque, resolveu começar a dançar (a primeira vez foi ouvindo Rolling Stones, vejam só!), aprendeu a externar suas pequenas frustrações com gritinhos agudos e tapas na cara dos incautos. Aí desenvolveu uma arma mais poderosa: a cabeçada.
Hoje João é um pequeno aríete com cinco dentes, onze quilos e muita coisa a dizer. Alegre e constantemente bem-humorado, está começando a andar e logo vai dar um trabalhão verdadeiro. Dorme a noite toda, mama leite tirado direto da vaca, adora ver vídeos de música no Youtube com o papai, tem seu próprio violão e toda a pinta de que vai ser líder da turma do fundão, dos mais pilantras do planeta. Meu filho João, o pequeno Titã.
PS. Esse foi um resumo bem breve dos meus últimos dois anos, que tive o prazer de compartilhar com vocês no Mamie Bella. É, portanto, um prazer poder participar dessa despedida contando no que deu tanta história...
Deu nisso:
O João foi um sonho planejado, esperado, muito bem feito. Não digo calculado, porque pra calcular você tem que prever o resultado, e meu pequeno produtinho veio muito melhor do que qualquer encomenda. A gravidez foi perfeita, sem contratempos ou estresse de qualquer tipo. Engordei bastante (mais do que meu médico queria), fiz enxoval, chupei laranja até a tampa e curti muito. Aí, na manhã do dia 24 de agosto do ano passado acordei e senti algo estranho: a bolsa havia estourado! Acordei o Marido, liguei para o médico, tomei um banho caprichado. Um pouquinho antes de sair, as dores começaram e lá fomos nós para o hospital.

Às 14h44 nascia meu João, de parto normal. Sua primeira atividade foi sentir o cheirinho do peito da mamãe (o papai estava junto, acompanhou tudo), e como eu esperava, já sentia o amor maior do mundo. Amor de mãe, amor que dói de tão intenso.

Fomos pra casa juntos dois dias depois e o tempo foi passando. Ele mamou, sorriu pela primeira vez, mandou um jato de cocô na parede, mamou, descobriu a chata da cólica diária de 40 minutos, adorou os banhos de balde, mamou, foi pra escolinha, fez sucesso, mamou, ficou dodói e sarou algumas vezes e mamou de novo. Aí ele sentou e passou a ver o mundo a partir de ouuuutra perspectiva, muito mais interessante. Aí ele descobriu (sozinho, ninguém contou) como se arrastar. Parecia um soldadinho na trincheira e nosso apartamento ficou pequeno demais pra tanta curiosidade.

Quando ele tinha dez meses saiu da escolinha, mudamos de apartamento e ele ganhou uma babá querida e um quartão só pra ele. Sua primeira palavra com sentido mesmo foi 'bola'. Falou papai, ainda não disse mamãe. Aí foi ficando cada vez maior, mais esperto, ainda mais bonito. Arrancou uma torneira no muque, resolveu começar a dançar (a primeira vez foi ouvindo Rolling Stones, vejam só!), aprendeu a externar suas pequenas frustrações com gritinhos agudos e tapas na cara dos incautos. Aí desenvolveu uma arma mais poderosa: a cabeçada.

Hoje João é um pequeno aríete com cinco dentes, onze quilos e muita coisa a dizer. Alegre e constantemente bem-humorado, está começando a andar e logo vai dar um trabalhão verdadeiro. Dorme a noite toda, mama leite tirado direto da vaca, adora ver vídeos de música no Youtube com o papai, tem seu próprio violão e toda a pinta de que vai ser líder da turma do fundão, dos mais pilantras do planeta. Meu filho João, o pequeno Titã.

PS. Esse foi um resumo bem breve dos meus últimos dois anos, que tive o prazer de compartilhar com vocês no Mamie Bella. É, portanto, um prazer poder participar dessa despedida contando no que deu tanta história...

Deu nisso:

dani mamie bella fotos 12

Nós e o Edu

por Dani Oliveira às 16:02 em 16/12/2011

Olá Mamies Queridas!

Que saudade de vocês!
Hoje vim aqui para atualizar todas vocês sobre como anda essa vida louca que é ser Mãe, mas também para dar um tchau, porque este projeto lindo - o Mamie Bella - está chegando ao fim.
Foi tão bom passar 8 meses aqui com vocês, que até hoje eu sinto falta.
Pra quem me acompanha lá no Cozinha Travessa pode ver de vez em quando notícias do Edu, mas vou contar pra vocês como está o meu bebezão.
Edu é o bebê que toda mãe pediu à Deus. Não me deu trabalho nenhum até agora. Ele é super saudável: nunca teve nada, nem uma febrezinha boba e hoje está com 10 meses e 2 semanas, mas ele é bem grandão e todos me perguntam se ele tem mais de 1 ano de idade. Ele se parece muito com o pai, aliás é uma cópia do pai quando era criança, mas olhando bem, ele bem que é uma misturinha boa de nós dois.

Que saudade de vocês!

Hoje vim aqui para atualizar todas vocês sobre como anda essa vida louca que é ser Mãe, mas também para dar um tchau, porque este projeto lindo - o Mamie Bella - está chegando ao fim.

Foi tão bom passar 8 meses aqui com vocês, que até hoje eu sinto falta.

Pra quem me acompanha lá no Cozinha Travessa pode ver de vez em quando notícias do Edu, mas vou contar pra vocês como está o meu bebezão.

Edu é o bebê que toda mãe pediu à Deus. Não me deu trabalho nenhum até agora. Ele é super saudável: nunca teve nada, nem uma febrezinha boba e hoje está com 10 meses e 2 semanas, mas ele é bem grandão e todos me perguntam se ele tem mais de 1 ano de idade. Ele se parece muito com o pai, aliás é uma cópia do pai quando era criança, mas olhando bem, ele bem que é uma misturinha boa de nós dois.

dani oliveira1

Edu teve apenas uns 15 dias de cólicas, super tranquilos e desde cedo só acordava uma vez na noite e hoje ele já não acorda mais. Como muitas sabem, eu não tive o privilégio de amamentar. Eu tinha leite mais o pequeno aí não quis mamar de jeito nenhum, mas não foi estressante, porque encarei o fato com calma e serenidade e dar a mamadeira pra ele, era - e ainda é - um grande prazer. Aliás, hoje ele já mama sozinho, acreditam?!

Como ele não mamou em mim, Edu começou a comer aos 4 meses e aos 5 já comia papinha salgada. Dona de um blog de culinária que sou é muito gratificante preparar a comida pra ele, até porque ele é muito bom de garfo (não negou a raça da mãe) e até hoje não houve nada que ele não gostasse, mas o mais divertido mesmo é vê-lo comer frutas. Ah, como ele gosta!

Enfim, acredito que estou me saindo muito bem como mãe. Voltei a trabalhar quando o Edu tinha 2 meses, no período da tarde, até porque o meu trabalho e a ajuda da minha mãe, assim me permitiram. Ainda não voltei ao meu peso quando engravidei, faltam 2 kilinhos, mas tudo bem, estou feliz, feliz demais. Ainda fico com ele todas as manhãs e vou trabalhar à tarde e nos finais de semana, é sempre uma festa. Como Edu é muito bonzinho, levamos ele conosco pra tudo quanto é lugar.

Eu posso dizer pra vocês que Edu é uma criança muito feliz, porque tem uma mãe e um pai, que nos seus erros e acertos, fazem com que os seus dias sejam todos diferentes. A gente brinca no chão, brinca na terra, engatinha, aperta botãozinho, tá cheio de roxinho e já tem 6 dentinhos. A gente faz cosquinha, dá muita gargalhada, brinca de esconder e lê historinha. A gente come junto, passeia junto, vê filme junto e conversa junto. Toma banho com a mamãe quando o papai não está em casa e adora ver uma luzinha. Pula no seu chiqueirinho como se não houve amanhã e abraça os seus amigos de pelúcia como se fossem únicos.

Fica só de fralda pra aguentar o calor e tem que tomar banho quando faz aquele coco fedidão. Acorda todos os dias com um humor incomparável. Escuta Beatles a Marisa Monte pra dormir e adora a sua fraldinha cheirosa. Já bate palminha e dá tchau e finge tossir quando quer chamar a atenção. É cheio de trejeitos e sorri... sorri incontrolavelmente, quase engolindo a língua de vontade de falar.

dani oliveira3

Edu mudou as nossas vidas, encheu a nossa casa de alegria e fez com que o amor transbordasse ainda mais. Hoje eu sou uma pessoa muito melhor, porque aprendi com ele que um dia de cada vez basta para ser feliz!

Um beijo pra vocês, com muito carinho!

Dani =)

E lá se vai um ano

por Júlia de Paula às 12:58 em 16/12/2011

Colagem do Picnik

Olá, tudo bem com vocês mães, ou quase mães, que acessam o "Mamie Bella" ?
Cá estou de volta para um post especial de despedida. Legal, né? Eu adorei!

Ah dezembro... o mês mais especial da minha vida, o mês que a Valentina irá completar um aninho.

É quase impossível acreditar que aquele bebêzinho que nasceu um dia desses já está até andando. Verdade, ela andou muito cedo: com nove meses e meio. Onde vamos é uma loucura, todos param e comentam: "olha que linda andando", "gente, ela é muito pequenininha pra andar" mas é verdade, ela é uma coisinha mesmo e tomara que não seja baixinha igual a mamãe. Lembro como se fosse ontem eu grávida preparando tudo pro nascimento dela, depois o parto, e enfim seu nascimento, divino!
Este foi um ano de muito aprendizado, um ano de muitas conquistas e de muito amor, a cada dia que passava eu aprendia a amar mais minha filha. Foi um ano trocando fraldas, um ano sem dormir mais de 4 horas por noite, um ano amamentando, um ano cansativo! Houve dias em que meu marido chegava em casa e eu estava chorando de tão estressada, mas com certeza o melhor ano da minha vida. Cada sorriso que eu ganhei, cada descoberta da minha filha foi a recompensa por tanto esforço, foi dai que eu tirei a seguinte conclusão: eu definitivamente nasci pra ser mãe! Eu não canso de amar assim, é viciante.
Ter acompanhado de perto a primeira vez que ela virou-se, sentou-se, rastejou, comeu, andou, falou...foi muito surpreendente, eu não me continha de tanta alegria. Coisas que parecem banais pra gente se tornam tão grandiosas guando feitas pela primeira vez por um bebê, e eu tive o prazer de estar ao lado da Valentina enquanto tudo isso acontecia. Eu e o papai, é claro! Nós fomos sua plateia em cada coisa que ela aprendia. :)

A Valentina é o amor das nossas vidas. Meu marido é louco por ela, e ela apaixonada por ele (os dois só fazem bagunça), mas é a bagunça mais linda de se ver. O Klederson é um pai maravilhoso e muito companheiro - é muito bonito vê-los juntos. Ele ama ser pai :) É por isso que eu me apaixono por ele todos os dias. ;)

Agora eu vou falar um pouquinho do temperamento da Valentina, ela é um bebê muito genioso. Há um fato que eu acho muito interessante: a Valentina nasceu dia 15 de dezembro, seu signo é sagitário com ascendente eu touro (signo do papai), e aries (signo da mamãe), não é engraçado? Ela é um mistura de nós dois em tudo. Eu não ligo pra esse lance de signo,  é só mais uma coisa que comprova que nós três temos uma ligação muito forte e somos bem, bem parecidos! Fisicamente ela se parece com o papai, mas é geniosa e "briguenta" como a mamãe rsrsrs. As vezes eu fico observando quando ela está brincando e do nada ela se chateia com um brinquedo, começa a chorar, larga ele de canto e pega outro. Ela é muito assim, mas nós somos bem categóricos quando se trata de educação. É claro que , como pais de primeira viajem nós erramos muito, mas sabemos bem dizer não quando o assunto é dengo. Não é fácil educar um bebê, eles estão conhecendo o mundo, ainda não sabem de quase nada. Eles são manhosos por natureza, cabe a nós conduzi-los e tentar fazer o certo.

Bom, é isso. Espero que tenham gostado de saber com foi esse primeiro aninho da minha pequena. É sempre bom reviver momentos, né? Enquanto eu escrevia o post, estava também dando uma olhada aqui no blog e revendo minha participação e pensando: o tempo realmente passa muito, muito rápido. Portanto, aproveitem seus bebês o máximo que puderem porque eles se desenvolvem com uma rapidez incrível.

E eu fico por aqui cuidando dos preparativos da mini festa da "Tina" que vai ser uma festa bem simples porque também estamos organizando nossas férias. Vamos passar duas lindas semanas em Florianópolis, curtindo e nos amando muito.
Espero que tenham um ótimo final de ano.

beijos e babinhas.
=**

 

O comecinho de um começo

por Juliana Eliezer às 17:27 em 15/12/2011

Se a gente pensar que a maternidade é algo que dura a vida toda - tanto pra mãe quanto pro filho - três meses são apenas uma parte ínfima disso tudo. Porém, às vezes eu tenho a impressão de que a Nina sempre foi minha filha, não só durante os meses de gravidez mais este trimestrezinho de vida. Vai ver porque ela é metade eu e metade Fred, embora pareça-se apenas com ele.

Nem preciso dizer que minha vida mudou completamente depois que ela nasceu. Quando a gente não pensa em ser mãe e escuta outras mulheres dizendo isso, pode pensar "ai, lá vem o clichê". Mas o clichê é super verdadeiro. Acordar de madrugada ganha um sabor todo especial quando aquele pacotinho de gente te vê chegando perto do berço e cai na risada. Recompensa para as mil trocas de fralda? Deitado no trocador, o bebê conversa com a mãe: "gugu, cucu, aiai". E quando o choro é insistente e mais alto do que um show de rock, mas cessa só de a gente fazer menção de pegar no colo? Ai, que delícia.
Já aprendi que ser mãe nem sempre é fácil. A gente erra, faz coisas bobas que podia ter evitado e não raro sente culpa por besteira, o que é normal e compreensível. Mas percebi que, pra cada vez que erro, acerto outras tantas. E fiquei contente com os comentários de leitoras por aqui, elogiando minha honestidade quando falo de situações que podem ser difíceis, diferente daquele estilo de vida "comercial de margarina". Tentei passar pra vocês que as dificuldades virão, mas é importante respirar fundo e seguir em frente. Conversar com outras mães ajuda muito, inclusive com a nossa própria. A maternidade também é bacana porque passamos a entender melhor nossos próprios pais.
Mas e a Nina, como está? Sou suspeita pra dizer que está linda, dona de olhos que mudam de cor, cílios compridíssimos e curvados, e um sorriso arrasa quarteirão. Risonha e conversadeira, ela faz amizade com todo mundo, desde os próprios brinquedos até desconhecidos na rua. Não gosta muito de mamar, mas dorme a noite toda (e eu jamais pensaria que poderia me referir a parcas 6 horas como "a noite toda", mas os conceitos mudaram muito por aqui...). Adora o banho, especialmente se tomado na companhia dos amigos de borracha Polvo e Siri. Ainda não presta muita atenção nos animais aqui de casa, mas já é a queridinha do Barak e do Ringo: o primeiro dorme debaixo do bercinho dela e o segundo late quando alguém se aproxima. Passa bastante tempo com o vovô coruja, a única pessoa além de mim e do Fred que tenho certeza absoluta que ela já reconhece. Ah, essa coisinha pequena alegra a minha vida de uma forma que eu nunca achei que fosse possível.
No Mamie Bella, eu contei o que rolou com a gente desde um estágio bem inicial da minha gravidez. Hoje, eu e Nina estamos aqui, curtindo a vida adoidado que nem o Ferris Bueller, e fazendo isso juntas. Agradecemos a quem nos acompanhou e torceu pela gente. Nada na minha vida poderia ter dado mais certo, e espero corresponder a tudo que a minha filha querida merece.
joo montagem

Nem preciso dizer que minha vida mudou completamente depois que ela nasceu. Quando a gente não pensa em ser mãe e escuta outras mulheres dizendo isso, pode pensar "ai, lá vem o clichê". Mas o clichê é super verdadeiro. Acordar de madrugada ganha um sabor todo especial quando aquele pacotinho de gente te vê chegando perto do berço e cai na risada. Recompensa para as mil trocas de fralda? Deitado no trocador, o bebê conversa com a mãe: "gugu, cucu, aiai". E quando o choro é insistente e mais alto do que um show de rock, mas cessa só de a gente fazer menção de pegar no colo? Ai, que delícia.

Já aprendi que ser mãe nem sempre é fácil. A gente erra, faz coisas bobas que podia ter evitado e não raro sente culpa por besteira, o que é normal e compreensível. Mas percebi que, pra cada vez que erro, acerto outras tantas. E fiquei contente com os comentários de leitoras por aqui, elogiando minha honestidade quando falo de situações que podem ser difíceis, diferente daquele estilo de vida "comercial de margarina". Tentei passar pra vocês que as dificuldades virão, mas é importante respirar fundo e seguir em frente. Conversar com outras mães ajuda muito, inclusive com a nossa própria. A maternidade também é bacana porque passamos a entender melhor nossos próprios pais.

Mas e a Nina, como está? Sou suspeita pra dizer que está linda, dona de olhos que mudam de cor, cílios compridíssimos e curvados, e um sorriso arrasa quarteirão. Risonha e conversadeira, ela faz amizade com todo mundo, desde os próprios brinquedos até desconhecidos na rua. Não gosta muito de mamar, mas dorme a noite toda (e eu jamais pensaria que poderia me referir a parcas 6 horas como "a noite toda", mas os conceitos mudaram muito por aqui...). Adora o banho, especialmente se tomado na companhia dos amigos de borracha Polvo e Siri. Ainda não presta muita atenção nos animais aqui de casa, mas já é a queridinha do Barak e do Ringo: o primeiro dorme debaixo do bercinho dela e o segundo late quando alguém se aproxima. Passa bastante tempo com o vovô coruja, a única pessoa além de mim e do Fred que tenho certeza absoluta que ela já reconhece. Ah, essa coisinha pequena alegra a minha vida de uma forma que eu nunca achei que fosse possível.

No Mamie Bella, eu contei o que rolou com a gente desde um estágio bem inicial da minha gravidez. Hoje, eu e Nina estamos aqui, curtindo a vida adoidado que nem o Ferris Bueller, e fazendo isso juntas. Agradecemos a quem nos acompanhou e torceu pela gente. Nada na minha vida poderia ter dado mais certo, e espero corresponder a tudo que a minha filha querida merece.

 

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