Seis meses, já!
por Renata Penna às 17:10 em 29/01/2010
Recentemente, no dia 24 de novembro último, nossa pequena Chiara completou 6 meses de vida. Meio ano.
Com nossos filhos, todas essas datas são emblemáticas: o primeiro mês, o primeiro semestre, o primeiro aniversário, o primeiro isso, o primeiro aquilo. São sempre datas em que a gente transborda sentimento mais do que nunca, e é difícil não parar para pensar, reviver, relembrar.
Eu, que com a Chiara já sou mãe pela terceira vez, não posso também deixar de relembrar todos esses momentos vividos com as mais velhas. E olhando para elas, hoje duas mocinhas de 4 anos e meio, não consigo deixar de pensar como tudo passou rápido, voando, num piscar de olhos.
É assim mesmo que os filhos crescem, sem pedir licença, sempre mais rápido do que a gente está preparado para absorver. Num susto, eles começam a engatinhar, depois a andar, desmamam, vão para a escolinha, e um belo dia eles sentam do seu lado e conversam de um jeito que você se pergunta: ‘caramba, onde foi parar o meu bebê??’.
Foi por isso que eu me permiti relembrar sem pressa, deixei os afazeres urgentes de lado e fiquei contemplando fotos, relembrando momentos. Vi fotos da minha primeira gravidez, do nascimento das mais velhas, delas bebezinhas, crescendo. Vi os registros da segunda gravidez, e da Chiara desde seu primeiro dia de vida.
Relembrar é bom demais. Esse aperto meio doído no peito, uma vontade insana de agarrar o tempo só por um instante, faz parte. É também felicidade, de coisa boa vivida intensamente.
E depois da sessão nostalgia, nada melhor que voltar e curtir ao máximo o momento presente, abraçar as mais velhas, dizer ‘eu te amo’ do mais fundo da alma, brincar junto, dar risada, curtir o momento. E botar a mais nova no colo, aproveitar que ela ainda cabe todinha amassada entre meus braços, e apertar, aconchegar, e buscar um pouquinho daquela simbiose absoluta que tivemos um dia.
E sabe o que mais? De um jeito ou de outro, teremos sempre. Essa ligação entre mães e filhos se transforma, mas não se dilui. O amor cresce, intensifica, e a cada nova fase a gente reinventa e redescobre os laços firmes dessa ligação, que é puro amor e pura poesia.
- 3/3/2010 - 14:56
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Ananda Escudero Gomes
anandaescudero@gmail.com
Lindo demais esse seu post! Nos toca como maes. Obrigada por escrever tudo que sentimos todos os dias por esses seres maravilhosos em nossas vidas Re.
A Kiki esta lindaaaa! Parabens!!