22/04/2008 11:13 por Lula Rodrigues
Eu já falei aqui neste blog que o tal do metrossexual, já era. Esse papo ficou em 2005, portanto está velho. Vocês concordam ? E, não digo isso por simples implicância com aquele cara exageradamente vaidoso. Afinal ele foi um dos responsáveis por colocar o homem no spot de todas as mídias e estudos de psicólogos, sociólogos, homens de marketing, publicitários e até, de curiosos. Mas, por incrível que pareça ainda tem muita gente boa, na mídia nobre, “comendo gato por lebre”, por isso, resolvi voltar a falar no assunto, já que o meu terreno profissional de escolha, é o universo dos marmanjos e, tenho que defendê-los. Lembrem-se meus caros, que a interatividade é ferramenta fundamental para que possamos aqui no Barba, cabelo & bigode, marcar o nosso terreno. Aqui temos um território livre para comentários, sugestões e discussões. E, importante: as mulheres não são barradas. Portanto, postem todos, as suas opiniões. A partir dos anos 2000, portanto em mais ou menos 8 anos, aconteceu um verdadeiro maremoto de rótulos. Depois do reinado soberano do metrossexual de 2002 a 2005, vieram outros padrões de macho, como resultado de estudos de profissionais que tentavam compreender o homem contemporâneo. Se complexidade e inconstância sempre foram características femininas, trabalhos reveladores começam a identificar tipos de homens com facetas tão múltiplas quanto às das mulheres. Sinal dos tempos, o homem mudou. De tempos em tempos, em ciclos cada vez menores, surgiram novos perfis que, rapidamente, deram lugar a outros apelidos. Depois do metro, vieram o retrossexual, o überssexual, o technossexual, o pomossexual, o homem alfa, o beta, o neo-patriarca e, depois o power-seeker (em bom português, aquele que busca o poder). Do vaidoso e sensível ao machão de carteirinha, o espectro de personalidades é amplo. Acho que não faltou ninguém para ser catalogado. O que sobrou ? O homem “sem rótulos”, o que na boa, já é um rótulo. Quer saber quem ganhou com todo esse barulho ? Fomos nós,os homens, é claro, no melhor estilo “fale mal, mas fale de mim”. Agora vamos combinar que, aqui neste blog, eu não vou dar mole com os apelidos. Aqui, o homem é homem e se garante. E, foi pensando nele, antenado e ligadão no seu tempo, acima das nomenclaturas dos perfis, que O Boticário criou a linha O Boticário Men. Para homem que é homem, nenhum, botar defeito.
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