Não se deixe “vencer”: o desodorante, o melhor amigo do homem

30/03/2010 16:00 por Lula Rodrigues

Quebrando o protocolo, não vamos falar sobre moda conforme o prometido no último post, pois acabo de receber, para minha aprovação final, os originais de meu livro, o Almanaque da Moda Masculina, que chega às livrarias, pela Editora Senac Rio.

Ao reler o capítulo II, "Espelho meu, afinal, grooming e makeover são coisas de homem?", focado nos cuidados de beleza a higiene masculinos, dei de cara, com o seguinte texto:

"Os odores - prazerosos ou repugnantes - estão associados ao século XVII. A água era considerada nociva para a pele, e a maioria das pessoas evitava banhar-se com freqüência. Em lugar do banho, procuravam diminuir os odores, friccionando o corpo com toalhas molhadas e trocando constantemente as roupas. Acreditava-se que uma camisa branca e limpa, poderia absorver a sujeira da pele."

Depois dessa informação histórica, e adiantando que o mesmo hábito continuou em voga no século XVIII, resolvi publicar aqui no Barba, cabelo & bigode,  um post sobre os odores do homem contemporâneo, afinal, passaram-se alguns séculos e muita coisa mudou. Hoje, perfumes e desodorantes não depõem mais contra o "lado macho", pelo contrário, o homem bem cuidado, é um pré-requisito para as conquistas amorosas e profissionais. Mas já houve durante o século passado, momentos em que os cheiros e suores eram considerados viris e aceitos.

Depois de toda a visibilidade que o homem contemporâneo ganhou em todas as mídias, ao assumir sua vaidade e preocupação com os cuidados de grooming, ele não tem mais motivos para ouvir a perguntinha que já virou ate comercial de TV: "Ihh! Tá vencido?".

Importante 1: novidade: edição limitadíssima do mini-aerosol Boticário Men, super prático para o nécessaire de quem viaja muito.

Marcado como desodorante

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