4 manias que destroem os homens

21/01/2011 11:31 por Papo de Homem

Como já dissemos no texto "Como mudar sua aparência sem mexer no visual", a experiência que as pessoas têm de nós é definida pela qualidade de nossa presença. Características internas, comportamentos e pensamentos podem nos deixar mais feios e menos atraentes, mais até do que se vestíssemos uma roupa horrível.

Sabendo disso, listamos quatro hábitos que acabam com qualquer homem. Manias que entortam nossa cara, diminuem nossa potência e nos colocam em uma posição frágil, ansiosa, mimada.

reclamar_

Sabendo disso, listamos quatro hábitos que acabam com qualquer homem. Manias que entortam nossa cara, diminuem nossa potência e nos colocam em uma posição frágil, ansiosa, mimada.
Reclamar
Sua namorada não fica menos bonita quando reclama demais? Então imagine como fica a sua cara com traços de "mi-mi-mi"...
O hábito de reclamar invariavelmente vem junto com orgulho, uma sensação de auto-importância, de que o mundo não está adequado ao que queremos ou merecemos, sendo que a maior parte do que queremos não passa de uma série de caprichos: "está muito quente, está demorando muito, eu ganho pouco, ela não gosta de mim, eu não gosto de pepino, não como miolo de pão...".
Somente reclamar, mesmo quando é justo, não é suficiente pra resolver coisa alguma. E está muito longe de ser agradável e elegante.
Controlar
É completamente normal e aceitável tentar exercer algum nível de administração e planejamento na vida. O problema é quando passamos a acreditar que é possível realmente se proteger da imprevisibilidade e de que há meios pra garantir a nossa segurança. Na medida em que calculamos, limitamos, alinhamos e gerenciamos, tornamos a espontaneidade algo indesejável e perdemos espaço pra aprender o improviso, o frescor, a criatividade. Quanto maior o controle, menos espaço para surpresas.
Nos relacionamentos, por exemplo, a ansiedade por controle vai resultar em aprisionamento, ciúmes e enrijecimento. Não estranhe se sua namorada algum dia trocar seu nome por... "Mãe".
Culpar
Quando não estamos contentes, quando algo dá errado, quando o mundo não é o que queremos que seja, o próximo passo quase automático é logo apontar um culpado. Mesmo que não façamos isso abertamente, para que os outros vejam, sentimos que a culpa é de alguém ou reside em alguma coisa. Pode ser uma pessoa, a namorada, o chefe, a família, a carência, os filhos, a religião ou sua falta. Qualquer coisa vale, qualquer coisa é culpável.
A culpa é desnecessária. Dispensável. Repetir esse hábito como se nosso ânimo estivesse na dependência exclusiva das coisas e das pessoas nos faz perder a sensação de que podemos exercer autonomia e liberdade na vida, que é possível mover-se sem apontar culpados, sem sequer sentir que haja culpa em qualquer lugar. Culpar nos sujeita ao que culpamos.
Justificar
Se acreditamos na culpa e no controle, pela mesma lógica, vamos achar razoável ter de legitimar nossas posições, um jeito sutil de nos desculparmos. A espontaneidade é deixada de lado na mesma medida em que temos sucesso em demonstrar, fundamentar, provar e acomodar cada coisa no seu lugar, de acordo como nos parece melhor, mais seguro.
Ora, o simples fato de que as coisas acontecem, sejam quais forem, já é sua própria e suficiente justificativa. Quando tivermos dúvidas, basta lembrar que todo o mal do mundo também é plenamente justificado por seus autores.
Alguns antídotos
Em vez de reprimir e nos culparmos ainda mais, o passo inicial para desentortarmos nossa postura é observar como insistimos em entortá-la e como acabamos sofrendo. Entendendo que não dá certo, há um natural instinto de sobrevivência que nos faz largar esses hábitos e viver melhor.
Como são todas ações desnecessárias que mais complicam do que ajudam, ganhamos apenas por parar de manifestá-las e abrirmos espaço para que surja outro modo de agir. Como você viveria se justificar, culpar, reclamar e controlar não fosse sequer uma opção?
A lista de manias feias continua nos comentários...
Não é difícil aumentar essa lista com vários outros comportamentos capazes de esconder nossa elegância, bem como os que a evidenciam ainda mais. Além de justificar, culpar, controlar e reclamar, quais são os hábitos que mais destroem um homem?

Reclamar

Sua namorada não fica menos bonita quando reclama demais? Então imagine como fica a sua cara com traços de "mi-mi-mi"...

O hábito de reclamar invariavelmente vem junto com orgulho, uma sensação de auto-importância, de que o mundo não está adequado ao que queremos ou merecemos, sendo que a maior parte do que queremos não passa de uma série de caprichos: "está muito quente, está demorando muito, eu ganho pouco, ela não gosta de mim, eu não gosto de pepino, não como miolo de pão...".

Somente reclamar, mesmo quando é justo, não é suficiente pra resolver coisa alguma. E está muito longe de ser agradável e elegante.


Controlar

É completamente normal e aceitável tentar exercer algum nível de administração e planejamento na vida. O problema é quando passamos a acreditar que é possível realmente se proteger da imprevisibilidade e de que há meios pra garantir a nossa segurança. Na medida em que calculamos, limitamos, alinhamos e gerenciamos, tornamos a espontaneidade algo indesejável e perdemos espaço pra aprender o improviso, o frescor, a criatividade. Quanto maior o controle, menos espaço para surpresas.

Nos relacionamentos, por exemplo, a ansiedade por controle vai resultar em aprisionamento, ciúmes e enrijecimento. Não estranhe se sua namorada algum dia trocar seu nome por... "Mãe".

culpar_

Culpar

Quando não estamos contentes, quando algo dá errado, quando o mundo não é o que queremos que seja, o próximo passo quase automático é logo apontar um culpado. Mesmo que não façamos isso abertamente, para que os outros vejam, sentimos que a culpa é de alguém ou reside em alguma coisa. Pode ser uma pessoa, a namorada, o chefe, a família, a carência, os filhos, a religião ou sua falta. Qualquer coisa vale, qualquer coisa é culpável.

A culpa é desnecessária. Dispensável. Repetir esse hábito como se nosso ânimo estivesse na dependência exclusiva das coisas e das pessoas nos faz perder a sensação de que podemos exercer autonomia e liberdade na vida, que é possível mover-se sem apontar culpados, sem sequer sentir que haja culpa em qualquer lugar. Culpar nos sujeita ao que culpamos.

Justificar

Se acreditamos na culpa e no controle, pela mesma lógica, vamos achar razoável ter de legitimar nossas posições, um jeito sutil de nos desculparmos. A espontaneidade é deixada de lado na mesma medida em que temos sucesso em demonstrar, fundamentar, provar e acomodar cada coisa no seu lugar, de acordo como nos parece melhor, mais seguro.

Ora, o simples fato de que as coisas acontecem, sejam quais forem, já é sua própria e suficiente justificativa. Quando tivermos dúvidas, basta lembrar que todo o mal do mundo também é plenamente justificado por seus autores.

Alguns antídotos

Em vez de reprimir e nos culparmos ainda mais, o passo inicial para desentortarmos nossa postura é observar como insistimos em entortá-la e como acabamos sofrendo. Entendendo que não dá certo, há um natural instinto de sobrevivência que nos faz largar esses hábitos e viver melhor.

Como são todas ações desnecessárias que mais complicam do que ajudam, ganhamos apenas por parar de manifestá-las e abrirmos espaço para que surja outro modo de agir. Como você viveria se justificar, culpar, reclamar e controlar não fosse sequer uma opção?

A lista de manias feias continua nos comentários...

Não é difícil aumentar essa lista com vários outros comportamentos capazes de esconder nossa elegância, bem como os que a evidenciam ainda mais. Além de justificar, culpar, controlar e reclamar, quais são os hábitos que mais destroem um homem?

Marcado como comportamento, papo de homem

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