Os rituais que nos definem

08/04/2011 16:02 por Blog MEN

Um ritual é, por definição, um conjunto de gestos, palavras e formalidades, imbuídos de valor simbólico, que pode variar de um indivíduo ou de uma comunidade para outra.  Mas, por mais infundada que seja a eficácia, ou não, de um ritual, todos temos os nossos.

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Mandar vibrações positivas SEMPRE faz a diferença!

Há quem só saia da cama com o pé direito, quem não saia de casa sem ler seu horóscopo, quem tenha um "passo a passo" que precisa ser cumprido na hora de se arrumar para sair, quem NUNCA grite gol antes que este seja de fato marcado e a lista é quase infinita. Há também, os rituais coletivos, quando comemoramos mais um ano passado desde o dia em que nascemos, todo dia 31 de dezembro quando nos reunimos para comemorar mais um ciclo que se encerra e outro que se inicia e aqui segue mais uma lista quase sem fim.  Mas é nos esportes que os rituais pessoais peculiares ficam mais evidentes.

No futebol, diversos jogadores tocam o gramado e fazem o sinal da cruz antes de pisar nele ou beijam a bola antes de bater um pênalti. Em fevereiro passado, Neymar alardeou que quando dá entrevista um dia antes de uma partida marca mais gols e insistiu em ser o porta-voz da Seleção Sub 20 nas coletivas que antecederam as partidas, ritual que repetiu durante todo o campeonato sul-americano.
No tênis, a Sharapova bate a bola no chão quinze vezes e põe o cabelo pra trás da orelha antes de sacar. Sem nenhuma comparação com seu companheiro de esporte Rafael Nadal cujo ritual é arrumar a cueca antes do saque. Você preferiria ver a partida de qual dos dois?
O problema é quando a pessoa se torna escrava de sua "rotina", como é o caso do Kolo Touré, zagueiro do Manchester City, que tem sempre que ser o último jogador de seu time a entrar em campo. Ele chegou a levar um cartão amarelo, quando jogava no Arsenal, por atrasar o reinício de uma partida porque só entraria em campo depois de um companheiro de time lesionado que ainda estava recebendo tratamento no vestiário.
Em casos que o ritual te impede de ter uma vida "normal", é melhor reavaliar a importância do protocolo na sua vida. Mas, se o rito é mais "leve", só para dar aquela força para a sorte, não há com o que se preocupar.
Nestes casos são válidos até os rituais mais bizarros, como o do ex-jogador de hóquei Bruce Gardiner. Quando caiu em uma pegadinha de um colega, que disse que ele deveria dar descarga em seu taco antes da partida pra dar sorte, Bruce marcou tantos gols aquele dia que passou a repetir o ritual em todas as outras até o fim de sua carreira. E olha que esse nem é o ritual mais estranho do mundo dos esportes.
Se os rituais funcionam e atraem a sorte ou não, ninguém sabe ao certo, mas se perguntar a alguém que os pratique, você vai ver que não importa o embasamento científico, e sim a tranquilidade e paz de espírito que um ritual proporciona.
Conta pra gente, nos comentários, de qual ritual você não abre mão?

No futebol, diversos jogadores tocam o gramado e fazem o sinal da cruz antes de pisar nele ou beijam a bola antes de bater um pênalti. Em fevereiro passado, Neymar alardeou que quando dá entrevista um dia antes de uma partida marca mais gols e insistiu em ser o porta-voz da Seleção Sub 20 nas coletivas que antecederam as partidas, ritual que repetiu durante todo o campeonato sul-americano.

ritual_futebolNo tênis, a Sharapova bate a bola no chão quinze vezes e põe o cabelo pra trás da orelha antes de sacar. Sem nenhuma comparação com seu companheiro de esporte Rafael Nadal cujo ritual é arrumar a cueca antes do saque. Você preferiria ver a partida de qual dos dois?

O problema é quando a pessoa se torna escrava de sua "rotina", como é o caso do Kolo Touré, zagueiro do Manchester City, que tem sempre que ser o último jogador de seu time a entrar em campo. Ele chegou a levar um cartão amarelo, quando jogava no Arsenal, por atrasar o reinício de uma partida porque só entraria em campo depois de um companheiro de time lesionado que ainda estava recebendo tratamento no vestiário.

Em casos que o ritual te impede de ter uma vida "normal", é melhor reavaliar a importância do protocolo na sua vida. Mas, se o rito é mais "leve", só para dar aquela força para a sorte, não há com o que se preocupar.

Nestes casos são válidos até os rituais mais bizarros, como o do ex-jogador de hóquei Bruce Gardiner. Quando caiu em uma pegadinha de um colega, que disse que ele deveria dar descarga em seu taco antes da partida pra dar sorte, Bruce marcou tantos gols aquele dia que passou a repetir o ritual em todas as outras até o fim de sua carreira. E olha que esse nem é o ritual mais estranho do mundo dos esportes.

Se os rituais funcionam e atraem a sorte ou não, ninguém sabe ao certo, mas se perguntar a alguém que os pratique, você vai ver que não importa o embasamento científico, e sim a tranquilidade e paz de espírito que um ritual proporciona.

Conta pra gente, nos comentários, de qual ritual você não abre mão?

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